22 novembro 2005

Então não tô dizendo?

Semana passada, uma família de Realengo foi posta a correr (de susto) por um invasor inusitado: jacaré entrou na casa, assim, sem bater.

Deus-que-me-livre-duma-dessas. Já chega eu ter encontrado um, perto da praia,outro dia. De duas coisas quero distância: olho gordo e boca grande. É do que menos preciso no momento.


Celebridade 1

Estou escolhendo latas de atum no supermercado, quem eu vejo? Zeca Pagodinho. Sorridente, conversando com quem passasse e puxasse assunto. Maior simpatia.


Celebridade 2

Em São Paulo, semana passada, no caixa do estacionamento do Iguatemi: Otávio Mesquita. Usava óculos escuros maiores que o rosto, mas girava o pescoço e sorria em 360 graus. Outra simpatia.

Praticamente ao lado, entra um “bonitão” (estilo mamãe-sou-forte) e deixa uma Ferrari na mão do manobrista. Passa com o nariz cutucando o teto.

Tenho a mínima idéia de quem seja. Levava o maior jeito de ser ninguém.


Meu aniversário

Não consigo deixar de perder o entusiasmo por esta época do ano. O mês de novembro entra angustiante, é verdade (deve ser o tal inferno astral). Mas, passado o dia 20, começo a respirar aliviada e fico toda alegrinha outra vez. Obaaaa, let’s apagar velas!

Ontem me ligaram da loja onde comprei minha colcha: ganho 20% de desconto em qualquer produto este mês. Vou lá gastar um pouco, que ninguém é de ferro.

Já que parar o tempo não posso, pelo menos envelheço em bons lençóis. Hoho.


Dia do músico

Oba, hoje é dia do músico!
Parabéns aos verdadeiros.
Aos de mentirinha, meus sinceros votos de profundo e prolongado SILÊNCIO.

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